Uma das coisas que adoro nos meus hobbies, é que me permitem produzir coisas... coisas giras e muito úteis para oferecer às outras pessoas.
Há umas semanas, uma colega e amiga minha viu-me com uma camisola pintada por mim e gostou muito... fiquei logo com a ideia que numa oportunidade especial iria fazer uma para ela.
E assim foi. Hoje, dia do seu aniversário, trouxe-lhe uma camisola pintada por mim em modo flower power, com as cores da primavera às riscas.
Fiz um embrulho skimmywear e com muito orgulho aqui fica a prendinha que fiz com muito carinho...
Agora que ando a reparar mais nos meus comportamentos de uma forma mais sistemática, consigo tomar consciência de algumas coisas que faço e que anteriormente nem reparava... Isso é muito bom pois permite-me corrigir alguns comportamentos menos positivos, ou à vezes mantê-los, mas agora porque quero e não porque os faço inadvertidamente.
Uma das questões em que mais tenho reparado é a atenção que coloco nos outros quando eles falam comigo e algumas vezes, mais até do que o desejável, estou a fingir que oiço a acenar com a cabeça, a tentar fazer comentários inteligentes que provem a minha atenção, mas na verdade estou a pensar no que vou jantar, ou o que vou fazer a seguir ou como vou resolver um problema no trabalho que me anda a perturbar.
Acredito que, na maior parte das vezes, as pessoas com que estou a falar nem reparam, mas esta não é uma decisão consciente e não é correta. Nos últimos dias, estando mais atenta, já o consegui controlar ou fazer de uma forma consciente.
Quando encontro aquelas pessoas que falam mal da vida e que começam com aquelas conversas pessimistas de que a vida corre sempre mal, então desligo... mas desta vez de uma forma consciente..."eu não quero ouvir isto. Esta conversa não me interessa".
E porque hoje é dia de falar de parentalidade, este é um tema com especial interesse no nosso relacionamento com as nossas crianças pois elas são, na maioria das vezes, um óptimo teste à nossa capacidade de concentração em ouvir os outros.
Tenho dois filhos de 8 e 6, e qualquer um deles ainda é um pouco confuso a contar as suas história. O mais velho já tenta dar muitos pormenores, mas cada vez que volta à história central acrescenta uma novidade que não bate certo com tudo o que contou até à data... o mais novo é muito sintético, tão sintético que às vezes não chega a contar a parte importante da história... :)
Mas, muito embora às vezes não se perceba o sentido, é para eles muito importante que os pais os oiçam, que os pais queiram conhecer o que se passa com eles, que os pais estejam disponíveis para os acompanhar nas histórias que eles querem contar... mesmo quando as histórias são apenas fruto da imaginação deles.
E nós, muitas vezes, com a escassez de atenção que temos para dedicar aos outros (porque estamos cansados, porque estamos concentrados nos nossos problemas, porque temos sempre coisas nossas muito importantes para pensar), se não percebemos a história nas primeiras palavras desligamos e já não vamos mais a fundo. Continuamos a acenar com a cabeça, a fingir que ouvimos tudo, mas na verdade já temos a cabeça longe. E ao contrário da maior parte dos adultos que já fala, só por falar, e já não é muito relevante se é ouvido ou não, as crianças são muito sensíveis a estas interacções, principalmente com os pais. Para as crianças a necessidade de ser ouvidas é fundamental e uma forma de se sentirem especiais...
Às vezes é duro manter a atenção, mas temos mesmo que fazer o esforço porque são esforços momentâneos que fazem as nossas crianças muito felizes, e contribuem para um crescimento saudável, ajudando crianças crescer com uma boa auto-estima.
Nos últimos dias tenho feito este esforço de uma forma muito consciente, mesmo quando eles começam a balbuciar algumas palavras estranhas, não desisto e fico a prestar atenção enquanto eles assim o exigem...
Claro que algumas crianças, como é o exemplo do meu filho mais velho, falam pelos cotovelos em modo de chamar a atenção. Neste caso ele tem que perceber que há tempo para eu o ouvir e outro em que eu não o vou ouvir... mas desde que isso fique claro, e quando me proponho a ouvi-lo esteja mesmo a 100%, então ele fica feliz.
Tenho implementado estas alterações e o resultado tem sido muito positivo... Experimenta também!!!
Depois de um feriado, cá estou eu a trabalhar... Mas que estranho... amanhã já não trabalho outra vez... é fim de semana!!! :)
E por isso hoje é dia de opção musical...
No entanto, como estou a cumprir o desafio de meditação durante 21 dias que lancei na passada quarta-feira...
...deixo aqui uma opção de meditação guiada que poderá ajudar quem tiver mais dificuldade em conseguir chegar ao final do desafio.
Procurem na net porque há imensas opções de meditação guiada, o que para principiantes (como eu!), poderá dar uma grande ajuda a manter a concentração e não começar a dispersar ao fim dos primeiros minutos...
Espero que continuem no desafio até ao fim... e se tiverem uma quebra não se martirizem... voltem ao início para garantir que conseguem fazer 21 dias de seguida... (para testarmos a teoria de que os 21 dias é o tempo necessário para interiorizar uma nova rotina).
Há algumas semanas que deixei de fazer a minha meditação, deixei de conseguir parar uns minutinhos à noite ou de manhã para parar a mente... Claro que as desculpas são sempre que não há tempo, que tenho mil e uma coisas para fazer, que há outras prioridades... na verdade é a minha vontade de me concentrar que anda nas lonas e que não tenho conseguido combater este dilema interno.
E o que é certo é que tenho tido muito mais dificuldades de concentração, de me focar, de me sentir tranquila.... sinto-me a querer fazer tudo ao mesmo tempo, com os pensamentos todos a concorrerem pela minha cabeça em simultâneo. E até o sono está muito mais agitado...
Enfim, está difícil...
Não sei se o resultado é directo sobre a falta de meditação, mas que é coincidente é...
Será o poder da meditação assim tão forte?
Se já conseguiram provar que a meditação tem poderes até para aquecer o corpo, para minorar as doenças, certamente tem o poder de acabar com esta agitação da minha mente... E por isso aqui fica, partilhando com todos para ter mais força, o meu compromisso de que durante 21 dias vou fazer 15 minutos de meditação (sim, porque dizem que são precisos 21 dias para incorporar um novo hábito).
Daqui a 21 dias volto para contar como foi :).
E tu? Meditas diariamente?
Se sim, conta-me como é? Se não, lanço-te um desafio, experimenta 21 dias de meditação e depois partilha também a tua experiência...
Confesso que nos últimos dias tenho andado com alguma preguiça e por isso tenho feito poucas peças novas... no entanto, agora que andei a vasculhar no roupeiro à procura de peças para o verão, encontrei imensas coisas que fiz o ano passado e que ainda não vos mostrei nem coloquei no site...
Eu adoro o verão porque, como já vos disse, tenho de certeza uma costela de planta que precisa de fazer fotossíntese. Adoro o sol e fico logo muito mais bem disposta quando ele aparece. Mas para além disso a leveza das roupas, os padrões, as cores de verão apaixonam-me.
Enquadrada num dia de verão (que não foi hoje porque o sol voltou a desaparecer), preparei esta blusa, muito simples, larga, com decote aberto, em algodão fininho mesmo próprio para o verão e um padrão rosa e azul muito mimoso...
Fica maravilhoso em qualquer dia de verão e dá para vestir de uma forma mais descontraída, mas com umas calças mais clássicas e um casaco, também compõe perfeitamente uma silhueta mais clássica e mais profissional.
Tenho já algumas peças na calha para finalizar nos próximos dias... e por isso em breve não percas mais novidades por aqui...
Se tiveres ideias para novas peças, partilha no facebook da Skimmywear. Eu tentarei replicar aquelas que me forem possíveis... sem compromisso nenhum... :). Obrigada!!
Não há coisa mais maravilhosa para uma mãe, do que ver que os seus dois filhotes são muito amigos e que se preocupam genuinamente um com um outro...
Tenho 2 filhos rapazes e sempre ouvi: "Ui!!! Tem cuidado porque quando eles se pegam é do pior... é pancadaria para todo o lado.".
Sei que ainda são pequenos pois têm 6 e 8 anos, mas neste momento tenho a certeza que, nesse aspecto, posso estar descansada pois são claramente amigos, preocupados um com o outros e mesmo quando se pegam acabam agarrados aos abraços e beijinhos...
Sei que tenho aqui feito algumas queixas do mais velho, que anda cansado com o final do ano e que anda com um feitio difícil... ainda a semana passada, depois de ter levado para a escola às escondidas a camisola do Benfica (mesmo sabendo que eu não deixava), acabou por ficar de castigo...
Mas no sábado demonstrou, mais uma vez, que debaixo da rebeldia dos 8 anos, está um rapaz com um coração enorme e com a capacidade total de ajudar o próximo.
O mais novo torceu o pé no torneio de futebol durante a manhã e ficou cheio de dores durante o dia e a noite... O mais velho, preocupado, teve o dia todo de volta do irmão, a dar-lhe mimos e atenção. Cada vez que o mano queria mudar de sítio, pegou-lhe ao colo e levou-o para onde ele queria...
Ao final da noite, quando o pequeno estava com bastantes dores e a queixar-se, o mais velho sentou-se junto dele a dar-lhe festinhas na mão e a dizer-lhe baixinho palavras de aconchego (vais ver que vai passar rápido, amanhã já vais voltar a jogar à bola comigo), na esperança que o irmão ficasse distraído e pensasse menos na dor...
Confesso que fui observando estas cenas de longe, cheia de orgulho e fiquei várias vezes com a lagrimita no canto do olho... isto sim é um orgulho de mãe! Fico no peito com um óptimo sentimento de dever cumprido. (claro que não é só minha responsabilidade, pois é fruto do esforço e exemplo de muitas pessoas espectaculares que estão ao redor dos meus filhos).
Claro que há ainda um longo caminho até a educação estar concluída, mas o sentido de nos preocuparmos com os outros tem que começar desde pequenino e aí os meus filhos estão, sem dúvida nenhuma, no bom caminho.
Desculpem o desabafo de mãe babada :). Mas ficar-me-ia mal fazer tantos posts sobre os meus filhos quando me deixam de cabelos em pé, e também não partilhar convosco quando me deixam cheia de orgulho deles.
Hoje tropecei nesta música, e como era dia de partilhar convosco um som para o fim de semana, reparei na música com os ouvidos bem abertos...
E então, depois de ter ouvido esta música milhares de vezes, reparei finalmente no poder desta letra...À medida que ia ouvindo pensava vou salientar esta frase ou aquela... mas não consigo na verdade escolher uma... são todas muito importantes!!!
A música é toda muito inspiradora, um hino à auto-confiança e ao optimismo para nos ajudar a ter um grande fim de semana!!!
Bom fim de semana!!!
Tu és mais forte e sei que no fim vais vencer
Sim, acredita num novo amanhecer
Não tenhas medo, sai à rua e abraça alguém
E vai correr bem, tu vais ver
Boss AC - Tu és mais forte
Oh, I think i did it again
Quem sabe não esquece
É como andar de bicicleta
Tu és mais forte e sei que no fim vais vencer
Sim, acredita num novo amanhecer
Não tenhas medo, sai à rua e abraça alguém
E vai correr bem, tu vais ver
Tu mereces muito mais
És forte, abanas mas não cais
Mesmo que sintas o mundo a ruir
Quando as nuvens passarem vais ver o sol a sorrir
A estrada não é perfeita
Apenas uma vida, aproveita
Só perdes se não tentares
E não desistas se falhares
O que não mata engorda
Torna o teu sonho real, acorda
Limpa as lágrimas e luta
Segue o teu caminho e escuta
A voz dentro de ti
As respostas que procuras, dentro de ti
Acredita em ti que tu és
Mais forte e tens o mundo a teus pés
Tu és mais forte e sei que no fim vais vencer
Sim, acredita num novo amanhecer
Não tenhas medo, sai à rua e abraça alguém
E vai correr bem, tu vais ver
Um dia tudo fará sentido
E vais ver que terás o prémio merecido
És o que és, não és o que tens
A tua essência não se define pelos teus bens
Às vezes as pessoas desiludem
Mas não fiques em casa parado à espera que mudem
Muda tu rapaz
Muda a tua atitude, vais ver ver que és capaz
E nada te pode parar
Os cães vão ladrar e a caravana a passar
O teu sorriso de vitória no rosto
Nem tudo é fácil mas assim dá mais gosto
Quando acreditas a força nunca se esgota
Só a reconheces a vitória se souberes o que é a derrota